BIANCA THEREZINHA CARVALHO PANISSET
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Votos: 52
BIANCA THEREZINHA CARVALHO PANISSET
Defesa do candidato:
A candidatura vem ao encontro do meu interesse em participar da formulação de politicas públicas na área de Arquivos, tendo em vista minha atuação nessa área desde 2008, a experiência que adquiri no poder executivo federal, tando como militar da Força Aérea quanto como servidora pública federal da Fundação Casa de Rui Barbosa e a minha participação ativa na Associação dos Arquivistas Brasileiros.
Experiência:
Arquivista e mestre em Gestão de documentos e Arquivos pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, especialista em Gestão do Conhecimento e Inteligência Empresarial. Atuei no Comando da Aeronáutica como oficial arquivista, e atualmente sou Tecnologista em C&T da Fundação Casa de Rui Barbosa onde exerço nas áreas de Gestão de Documentos e Arquivos Pessoais.
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No período de 27/09 até 07 de outubro os/as eleitores/as poderão confirmar seu voto em seus candidatos ou trocarem seu voto apenas uma vez.
Por isso,
em defesa do Patrimônio Cultural Ferroviário
em defesa do Patrimônio Cultural Quilombola
em defesa do Patrimônio Cultural Arqueológico
em defesa do Patrimônio Cultural Militar
em defesa do Museu Casa da Força Expedicionária Brasileira
em defesa do Museu Casa do Patrimônio Cultural Ferroviário (antigo Museu do Trem)
em defesa da Paisagem Cultural Fluminense
em defesa dos Monumentos Históricos do estado do Rio de Janeiro
em defesa do Patrimônio Cultural da Baixada Fluminense
VOTE
Antônio Seixas
Patrimônio Material – RJ
Participem também dos debates no fórum de Patrimônio Cultural Material do Rio de Janeiro deixando comentários, sugestões, críticas e denúncias de abandono dos nossos bens culturais.
Parabéns aos candidatos que enriqueceram o debate no Encontro Regional do Rio de Janeiro.
Conto com a presença de todos no Encontro Regional do Rio de Janeiro, hoje, a partir das 9h, na Biblioteca Parque Estadual, na Av. Presidente Vargas, próxima a Estação da Central do Brasil.
Bom dia a todas e todos!
Hoje acontece o nosso fórum presencial. Estarei lá para conversarmos.
O endereço é:
Teatro da Biblioteca Parque Estadual Av. Pres. Vargas, 1261 – Centro, Rio de Janeiro.
É importante que o maior número de pessoas compareça porque o número de presentes é o que define a quantidade de delegados.
Abraços,
Olá!! Acabo de me inscrever e também estou disposta a colaborar! Grande abraço para todos!
Muito interessante e louvável ações como esta. A arquivologia precisa (e muito) de visibilidade, porém, um questionamento fica em minha mente: Onde estão os ícones da Arquivologia que estudaram, disseminam, lecionam sobre Políticas Arquivísticas? Alguns deles poderiam ser candidatos.
Em defesa do Patrimônio Cultural Ferroviário
Em defesa do Patrimônio Cultural Sacro
Em defesa do Patrimônio Cultural Quilombola
Em defesa do Patrimônio Cultural Indígena
Em defesa do Patrimônio Cultural Arqueológico
Em defesa do Patrimônio Cultural Militar
Em defesa do Patrimônio Cultural Industrial
Em defesa do Museu Casa da Força Expedicionária Brasileira
Em defesa da Paisagem Cultural Fluminense
Em defesa dos Monumentos Históricos do estado do Rio de Janeiro
Em defesa do Patrimônio Cultural da Baixada Fluminense
VOTE
Antônio Seixas – Patrimônio Material – RJ
Bom dia a tod@s!
Acho salutar que haja candidatos preocupados em promover os arquivos pelo viés cultural. É muito importante trabalhar os arquivos dessa forma, inclusive para a visibilidade social do trabalho arquivístico, hoje em dia tão pautado pelas necessidades da gestão – que tb são necessárias, mas não traduzem a totalidade deste trabalho.
Associar arquivos à cultura – e tb, a meu ver, à memória e ao patrimônio (cultural) – é uma demanda cidadã, que está sendo evidenciada atualmente (vide, por exemplo, a repercussão dos trabalhos da Comissão Nacional e das Comissões Regionais da Verdade pelo Brasil) e que merece ser contemplada de forma mais vigorosa como uma política pública, ampliando os espaços de discussão para a promoção deste trabalho tão socialmente relevante, mas atualmente tão pouco contemplado na nossa Política Nacional de Cultura.
Prezados,
A data do encontro presencial é 18/09, no Teatro da Biblioteca Parque Estadual Av. Pres. Vargas, 1261 – Centro, Rio de Janeiro. É importante que o maior número de pessoas compareça porque o número de presentes é o que define a quantidade de delegados.
Abraços,
Prezados candidatos,
Fico feliz de encontrar pessoas interessadas nesta relação entre arquivos e cultura, tão criticada e mal interpretada pela nossa comunidade arquivística. É muito importante que ocupemos todos os espaços disponíveis, ainda que muitas vezes a estrutura não favoreça a participação social, como nestas eleições. Mesmo assim, é fundamental que envolvamos a sociedade civil como um todo e não apenas os arquivistas e historiadores, assim como a saúde e a educação não dizem respeito apenas a médicos e professores. Só assim romperemos o ciclo vicioso de abandono e desprestígio que se encontram as arquivos em nossa sociedade.
Abraços e boa sorte!
Diego, só com a efetiva participação da sociedade civil aprimoraremos a gestão cultural no país. Bom fim de semana a todos!!!
Prezados Candidatos,
Por enquanto vocês são três. Pode ser que outras pessoas resolvam candidatar-se. De qualquer modo, caso haja mais de 100 pessoas participando do processo no Estado do RJ, poderemos eleger três candidatos. Assim, insisto que foquem na divulgação em suas redes de contatos e nos diversos fóruns do setor de arquivos de que façam parte, para que consigamos eleger três representantes em nosso estado, que se juntarão aos delegados natos do mandato anterior do Colegiado Setorial de Arquivos para realizar um bom debate no Fórum Nacional e eleger os futuros membros do novo mandato do Colegiado. Mãos à obra!
Rodrigo, vamos divulgar, sim!!! Forte abraço em todos!!!
Olá pessoal, estou fazendo minha parte por aqui também. O intuito é que tenhamos voz, e qualquer um daqui que seja eleio, sei que representará muito bem.
Aproveito para solicitar aos colegas Railane e Francisco Galdames que auxiliem muito na divulgação e coloquem todas as suas energias no objetivo que deve ser nosso objetivo comum: angariar o maior número de inscritos, seja como eleitores ou candidatos, para este processo eleitoral do CNPC. Railane, não queira encarar isso de forma negativa, como disputa. Prefira ver como uma ampliação do debate. Devemos sempre lembrar que, se tivermos mais de 100 inscritos como eleitores, poderemos eleger 3 representantes do setor de arquivos em nosso estado do RJ. Força na divulgação!
Com certeza Rodrigo Aldeia Duarte. A divulgação já está sendo feita, para garantir a maior participação possível. Vamos todos junto em prol dos arquivos.
Forte Abraço!
Railane, não te conheço, portanto não tenho elementos para avaliar sua candidatura. Mesmo assim, ou até por isso, louvo imensamente o fato que pessoas novas, com atuação recente no setor, procurem ter atuação mais relevante no universo da política de arquivos e da política cultural. E novo, neste caso, não é demérito, é antes a chance de trazer novas ideias e uma oportunidade de mexer com as velhas estruturas.
Desejo muito boa sorte nessa sua empreitada.
Obrigada Rodrigo ! Prezo pela representação das demandas do setor, e espero que este espaço contribua para isso.
O governo deve adotar políticas públicas que atendam os interesses das instituições arquivísticas. Com base no conceito ampliado de cultura, os arquivos, são mais do que instituições de guarda documental, são produtores de cultura, o arquivo é o elemento fundamental para a construção e fortalecimento da cultura, aprimorando a própria cadeia produtiva. Os registros arquivísticos são os registros da cultura nacional, e sem um investimento neste setor, as políticas públicas continuarão a reproduzir o mesmo processo no qual se valoriza o produto cultural em detrimento de todo o processo criativo que mantém a Cultura Viva. Nesse sentido, a ampliação de editais de fomento para a modernização, conservação dos arquivos é fundamental, ainda mais em um período em que muitos arquivos precisam migrar suas informações, usando as novas tecnologias, possibilitando a democratização do acesso à informação e permitindo a acessibilidade de todos.
As instituições de Arquivo precisam incentivar mais projetos voltados para difusão de seu acervo. Sem o devido reconhecimento da importância desses espaços, não há também incentivos para preservação dos mesmos. Os Arquivos são mais que espaços de guarda, e precisam ir além para demonstrar seus potencias junto a construção histórico-cultural da sociedade. Precisamos de incentivos e projetos educacionais nesses espaços, para aproximar os mesmos da sociedade, especialmente o público escolar e auxiliar na formação dos mesmos. Desta forma auxiliamos a escola na construção de cidadãos que valorizam sua cultura e seus espaços de memória e assim preservamos e difundimos o valioso acervo dessas instituições. Ampliar o público que acessa esses espaços é vital para manutenção dos mesmos. Que atualmente respondem a uma demanda de pesquisadores, que correspondem a uma parcela mínima da sociedade. Precisamos reconhecer para preservar e preservar para dar acesso.